Informação ajuda a entender o problema; o diagnóstico do veículo depende de medições e testes no carro.
O filtro ajuda, mas não trabalha sozinho
O filtro de cabine retém poeira, pólen e parte das partículas antes que o ar entre no habitáculo. Quando satura, reduz a vazão e pode guardar umidade e odores. Substituí-lo é importante, porém o cheiro pode continuar se a origem estiver na caixa de ventilação.
A evaporadora fica fria e molhada durante o funcionamento. Com o tempo, poeira e matéria orgânica podem se fixar nas aletas e favorecer micro-organismos. Dreno lento ou obstruído mantém água onde ela deveria escoar.
O tipo de cheiro dá pistas
- Cheiro de mofo ao ligar: umidade e contaminação na ventilação são possibilidades comuns.
- Cheiro adocicado e vidro embaçando: pode haver fluido do sistema de aquecimento; merece avaliação rápida.
- Cheiro de queimado: desligue o sistema e verifique parte elétrica, motor do ventilador ou resistência.
- Cheiro externo entrando: confira o modo de recirculação e as vedações.
Higienização não é perfume
Um bom serviço busca reduzir a contaminação na origem. Aplicar fragrância forte apenas mascara o problema. O procedimento precisa respeitar sensores, módulos e o material da evaporadora; excesso de líquido ou produto inadequado pode causar dano.
Também é importante corrigir dreno obstruído e substituir o filtro quando necessário. Sem isso, o odor tende a voltar.
Quando trazer o carro
Se a vazão caiu, o odor volta logo após higienizar ou aparece água no assoalho, vale examinar filtro, dreno e caixa de ventilação. A Cabral identifica o ponto que precisa de atenção antes de recomendar o serviço.

